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 UNF: LEADING BLOGGERS GO LIVE AT U.N.: 24/9/2007

 

IAN WILLIAMS: BAN KI-MOON AINDA BUSCA RUMO NA ONU HA NOVE MESES NOVE MESES NO POSTO, SECRETARIO-GERAL E VISTO COMO ESCORREGADIO E AMBIGUO: 24/9/2007 (MaximsNews.com, U.N.)

UNITED NATIONS - / www.MaximsNews.com@ U.N./ - 24 September 2007 – 

A 62ª Assembléia Geral da ONU começa nesta semana, como sempre, com o presidente do Brasil fazendo o primeiro discurso no debate geral, depois de Ban Ki-moon ter proferido seu discurso inaugural na condição de secretário-geral.

Nove meses depois de chegar ao cargo, Ban ainda é, até certo ponto, um enigma. Pessoalmente afável e acessível, é porém avesso a posições firmes sobre questões oficiais. Ao mesmo tempo em que afirma a mais alta consideração pelos princípios elevados do direito internacional e do humanitarismo, o secretário-geral toma o máximo cuidado para evitar deixar clara sua posição em questões específicas. E ainda se orgulha do apelido que lhe foi dado pela imprensa sul-coreana: "enguia escorregadia".

Uma das razões é que seu papel de consciência do mundo contradiz o outro papel atribuído ao cargo, o de arquienviado global. Um secretário-geral deve encarnar a consciência da ONU, mas, para obter resultados imediatos, às vezes também tem de apertar mãos manchadas de sangue de políticos que violam leis internacionais.

Por exemplo, está ficando claro agora quanto esforço pessoal Ban investiu na solução dos problemas de Darfur, no Sudão. Por meses, porém, apenas os observadores mais atentos na sede da ONU sabiam o quanto ele estava se dedicando a isso, com telefonemas incessantes ao presidente sudanês, Omar al Bashir.

Mas o próprio fato de a questão ter vindo a público ocorreu, ao menos em parte, porque Ban finalmente ampliou sua equipe para além do pequeno time central, de predomínio sul-coreano, que ele trouxera consigo para o cargo. Esse núcleo central, na prática, havia aceitado a agenda americana traçada por John Bolton, que via a administração anterior, de Kofi Annan, como corrupta e ineficiente.

Seus integrantes pensavam que tinham pouco a aprender com seus predecessores, muitos dos quais foram afastados.

 

Ótica própria

Essa falta de experiência institucional e global é algo que se torna aparente com freqüência, e não só em relação ao Oriente Médio. A Coréia do Sul, onde Ban foi chanceler, vê o mundo do fundo de um poço cujas paredes são formadas pela China, Rússia, Japão, Coréia do Norte e EUA. Podemos perdoá-la por não ter estudado o resto do mundo tanto quanto deveria e até por aceitar incondicionalmente a versão americana do que acontece no mundo.

Agora, essa equipe já deve estar descobrindo que facções de Washington sempre vão atacar a ONU, não importa quem seja o secretário-geral. Muitos representantes não-alinhados viam Boutros Ghali e Kofi Annan como complacentes demais com os EUA, a ponto de serem instrumentos de Washington, mas isso não lhes garantiu proteção nenhuma em Washington quando discordavam da política americana.

E suas indicações de nomes americanos para altos cargos tampouco protegeram a ONU de ataques do Congresso e da mídia dos EUA. Assim, houve apreensão quando Ban escolheu um diplomata americano, B. Lynn Pascoe, para subsecretário-geral para Assuntos Políticos -uma indicação que tendeu a confirmar as desconfianças dos não-alinhados de que, de agora em diante, não haverá diferença entre as posições dos EUA e do secretariado da ONU.

Ironicamente, porém, Pascoe vem na realidade moderando os impulsos sul-coreanos de acompanhar as posições de Washington em questões como o Oriente Médio -esta, uma questão que vai quase inevitavelmente levar a um conflito entre o governo dos EUA e qualquer secretário-geral que defenda posições da ONU.

Boutros Ghali e Annan trabalharam duro para conseguir o apoio israelense e da comunidade judaica americana à organização, mas contrabalançaram esse esforço com a consciência de que existem resoluções e princípios da ONU que precisam ser respeitados. Num primeiro momento, a equipe de Ban adotou uma abordagem unilateral, como acusou o enviado ao Oriente Médio Álvaro de Soto, cujo relatório vazado deixou claro como a prática da ONU estava se afastando dos princípios da entidade.

De Soto queixou-se do "acesso sem precedentes" que Israel tinha ao gabinete do secretário-geral, a ponto de influenciar a escolha de funcionários e de determinar posições com relação ao conflito palestino. Por exemplo, quando Ban foi a Israel e aos territórios ocupados, a facção pró-israelense lutou com sucesso para impedi-lo de visitar a faixa de Gaza, onde ele teria testemunhado o horror da vida dos palestinos comuns.

 

Mudanças

Há alguns sinais de mudanças. Após seis meses de declarações que implicitamente assumiam uma posição pró-israelense, nos últimos meses a pressão da realidade levou Ban a advertir Israel contra o uso de tanques em áreas com muitas construções. Foi um passo pequeno, mas importante, rumo a uma posição mais equilibrada.

Porém os embaixadores árabes e de muitos países não-alinhados estão observando o secretário-geral com atenção crítica. Nesse contexto, seu êxito em chamar a atenção de Cartum e em conseguir a adesão dos países vizinhos, especialmente a Líbia, é notável. Mas seu triunfo em conseguir que Bashir aceite uma força da ONU ainda pode ser um tiro pela culatra.

Na prática, a ONU agora está aceitando a responsabilidade e a culpa por algo que, essencialmente, deve-se à inação das grandes potências.

Ironicamente, o desejo da China de não ter protestos e boicotes prejudicando sua Olimpíada, em 2008, provavelmente contribuiu mais que a diplomacia tradicional para o acordo conseguido no Sudão.

Lamentavelmente, Bashir dá sinais de estar aprendendo com a escola Slobodan Milosevic de governo, retrocedendo um passo de vez em quando para reduzir as pressões e então avançando dois passos, assim que a pressão é abrandada.

Um fato tranqüilizador é que fontes bem informadas sugerem que Ban está em modo de "esperar para ver" com o Sudão, e não age ingenuamente. Com os recentes ataques aéreos relatados, talvez seja melhor assim. Mas é pouco provável que o vejamos elevar a temperatura de uma discussão, em qualquer sentido. Ban Ki-moon ainda é alguém que apaga incêndios, não que os atiça.

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Labels: United Nations, U.N.

 

 

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